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Antigamente, o modo como a sociedade pensava em relação às formas de expressão era restrita e controladora! Apenas os homens tinham o seu valor em termos de opinião e decisão e, por isso, sentiamo-nos reprimidos.
Contudo sempre tinhamos momentos mais felizes que nos enchiam o coração, tinhamos a mãe sempre presente o que nos fazia sentir mais acolhidos e confortáveis!
Já pensaram nesta perspetiva?

Até que na 2ª modernidade assumiram que os nossos primeiros anos de vida não eram desfrutados na sua plenitude de modo que relacionaram uma conjunção de fatores e, assim, surgiu a institucionalização da infância.
Iniciando, por este motivo, uma lei, na qual somos consideramos como parte da sociedade.
Mas se esta lei surgiu, porque ainda há pessoas que não tem consideração pelas crianças?
Não cumprem a lei? Ou estará esta adaptada aos adultos e não a nós?

Nessa altura surgiram questões de como afinal se podia ver a infância. As várias culturas do Planeta Terra fez com que identificassem como é possivel observar a realidade com diferentes olhares, já que interculturalmente há também pontos de vista distintos.
A cultura contribui para o desenvolvimento? Ou o facto de, por vezes, ter crenças tão distintas tornam a sociedade tão distante entre si?

Perante toda esta evolução verificou-se que a comunicação será a base das inter-relações e, para isso, é preciso aprender a comunicar.
Existe imensos modos de comunicar através de palavras, expressões, gestos e outras formas, nas quais a tecnologia, em caso de necessidade, contibui consideravelmente para esse ato.
Olha o quanto apoia atualmente nesta condições de pandemia
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